quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Conheça a bizarra história da mulher que dava à luz coelhos no século 18

Confira os detalhes dessa história no mínimo estranha e entenda o que deu origem a um fenômeno tão inusitado
No dia 27 de setembro de 1726, a jovem Mary Toft, de 25 anos, entrou em trabalho de parto. A moça, que trabalhava nos campos de lúpulo da Inglaterra, pediu ajuda de uma vizinha, Mary Gill, para dar à luz. A vizinha foi bastante solícita e correu para poder ajudar à jovem que gritava de dor. Depois de algum sofrimento veio a terrível constatação: Mary Toft tinha parido um monstro.
Extremamente horrorizada com a situação, Gill correu para encontrar a cunhada de Toft, que era parteira, e relatar o que havia ocorrido – o “bebê” que havia vindo ao mundo parecia mais uma mistura de partes de animais putrefatos. Prontamente, a família da mãe encaminhou os restos para um médico local.
Ao analisar o material, John Howard, profissional que realizava partos há 30 anos, afirmou que aquilo se parecia com três patas de gato, uma perna de coelho e três pedaços de enguia. Pois é. Apesar de tamanha bizarrice, isso não impediu que o especialista continuasse visitando sua paciente para verificar seu estado. Até o dia em que Toft deu à luz novamente na frente do médico, dessa vez, era um coelho.

Fábrica de coelhos

Em pouco tempo a notícia se espalhou e Mary Toft se tornou uma celebridade. Durante o mês seguinte, Howard testemunhou sua paciente dar à luz mais oito coelhos. Buscando entender o fenômeno, o médico enviou cartas para renomados profissionais em toda a Inglaterra contando sobre o mistério.
Um dos médicos a receber a carta de Howard foi Nathaniel St. André, cirurgião do rei George I. Intrigado com o que ouviu sobre o caso, o rei enviou seu médico para que investigasse a história. Não foi preciso de muito tempo para que St. André acreditasse nos boatos, afinal ele era conhecido por não seguir parâmetros científicos.
Sendo assim, o cirurgião visitou Mary, analisou sua barriga e deduziu que os coelhos estavam se formando na sua trompa de Falópio direita. Seu diagnóstico ficou confirmado quando ele viu com seus próprios olhos à mulher dar à luz o 15º coelho.

As primeiras teorias

Fonte da imagem: Reprodução/Quatro Cantos
As notícias sobre o nascimento dos coelhos impressionavam tanto as pessoas que Mary Toft conseguiu virar manchete de jornal e ainda afetar o comércio local. No dia 19 de novembro, o Weekly Journal divulgou o caso e, na mesma época, os comerciantes que vendiam carne de coelho não conseguiam mais lucrar porque as pessoas desenvolveram um nojo extremo do animal.
A essa altura, a população e os médicos começaram a acreditar que se tratava de um caso de “impressão maternal”, uma teoria pseudocientífica bastante popular que circulava na época. Ela acreditava que as emoções e a imaginação da mãe podiam causar defeitos e doenças no parto. Uma mulher que se assustasse com um coelho, como Mary relatava que tinha ocorrido com ela, poderia facilmente transformar o feto com seus pensamentos e, assim, dar à lu coelhos. (Por mais incrível que pareça, essa teoria continuou fazendo algum sucesso até o início do século 20.)
Ainda incerto quanto à situação, o rei George resolveu mandar mais um de seus profissionais, o cirurgião Cyriacus Ahlers, para checar novamente. Porém, o médico não acreditava na teoria da impressão maternal e não se deixou levar pelos boatos que corriam entre a população. Mesmo vendo a mulher parir mais alguns coelhos, Ahlers se manteve cético.

A verdade é descoberta

No dia 29 de novembro de 1726, Mary Toft é levada contra a sua vontade para Londres para ser analisada. Ela foi trancada em um banheiro e ficou sob intensa observação. Curiosamente, a paciente parou de dar à luz os coelhos. Na verdade, ela ficou bastante mal, teve febres altas e chegou a perder a consciência algumas vezes.
Enquanto tudo isso acontecia do lado de fora, Ahlers resolveu dissecar alguns dos coelhos em seu laboratório. O mais estranho é que ele percebeu que os coelhos haviam sido golpeados com uma faca e um deles tinha vestígios de feno e milho.
No dia 4 de dezembro a farsa foi desvendada. Um dos porteiros foi pego colocando um filhote de coelho dentro da sala onde Mary estava trancada. Ele afirmou que a paciente o havia subornado. Outra investigação também revelou que o marido de Toft havia comprado um número suspeito de coelhos nos últimos tempos.
Três dias depois, quando a corte ameaçou executar um procedimento cirúrgico experimental e doloroso para verificar de perto o que havia de tão especial no corpo de Mary, ela confessou. Junto com a farsa da mulher, caiu a reputação de vários médicos que acreditaram no caso, incluindo Nathaniel St. André, que havia acabado de publicar um livreto contando a incrível história.

A impostora de coelhos

E agora você deve estar se perguntando como a jovem fez para enganar os médicos, não é mesmo?! A verdade é que Mary Toft havia engravidado pouco tempo antes do escândalo, mas ela perdeu o bebê. Aproveitando que sua cérvix ainda estava dilatada, ela introduziu o corpo de um gato e a cabeça de um coelho no útero, que foi o que sua vizinha a ajudou a parir.
Como o caso começou a fazer sucesso, Mary costurou bolsos em sua saia e passou a manter partes de coelhos consigo. Quando os médicos não estavam olhando, ela colocava os pedaços para dentro e fingia um parto. Logicamente, esse tipo de atitude teria algum efeito colateral, que provavelmente se manifestou através das altas febres que a paciente teve quando chegou a Londres.
O mais impressionante é que a mulher confessou que fez tudo isso porque queria sair da pobreza. Em uma época em que os circos de horrores eram conhecidos por abrir espaço para aberrações humanas, Toft acreditou que haveria uma oportunidade para que pudesse ganhar dinheiro dando à luz coelhos.
Mas o que Mary não esperava era que sua farsa iria por água abaixo. A jovem acabou tendo que cumprir uma pena de cinco meses sob acusação de fraude. Depois de sair da prisão, ela voltou a viver na pobreza e, quando morreu em 1763, ficou conhecida como “a impostora de coelhos”.








As 17 sobrancelhas mais bizarras de todos os tempos [galeria]

As 17 sobrancelhas mais bizarras de todos os tempos [galeria]
Ser criativo é importante, mas não quando o assunto é sobrancelhas. Na hora de escolher o design das suas sobrancelhas, saiba que quanto mais conservador você for, menores são as chances de você acabar como uma das pessoas que você confere abaixo.

1) – –

Fonte da imagem: Reprodução/Smosh

2) Farol baixo

Fonte da imagem: Reprodução/Smosh

3) Longo traço

Fonte da imagem: Reprodução/Smosh

4) Pontilhado

Fonte da imagem: Reprodução/Smosh

5) Monocelha feita em casa

Fonte da imagem: Reprodução/Smosh

6) Espanto

Fonte da imagem: Reprodução/Smosh

7) Na diagonal

Fonte da imagem: Reprodução/Smosh

8) Feitas com caneta

9) ^^

10) Desenho

11) Floral

Fonte da imagem: Reprodução/Amazing Beautiful World

12) Formato inusitado

13) Descoloridas

Fonte da imagem: Reprodução/Tumblr

14) Grossas

Fonte da imagem: Reprodução/Tumblr

15) Exageradas

Fonte da imagem: Reprodução/Tumblr

16) O quê??

Fonte da imagem: Reprodução/Tumblr

17) Retângulos

Fonte da imagem: Reprodução/Tumblr

Pepsi provoca a Coca-Cola com anúncio inteligente

Agência brinca com rivalidade entre as duas companhias em propaganda criativa e recebe resposta à altura
Pepsi provoca a Coca-Cola com anúncio inteligente
Durante o Halloween é comum — especialmente no Hemisfério Norte — que as pessoas se fantasiem e façam muita festa, geralmente vestindo modelitos inspirados em temas de terror. A turminha da publicidade aproveita essa celebração para lançar campanhas criativas, e uma que surpreendeu pela ousadia foi um anúncio da Pepsi criado pela agência Buzz In a Box de Bruxelas, na Bélgica. Veja a seguir:
De acordo com o site Design Taxi, os belgas tiveram a genial ideia de “vestir” uma latinha de Pepsi com uma fantasia de Coca-Cola, que consiste em uma capa vermelha com a icônica e inconfundível logo da gigante de Atlanta. Além disso, a agência incluiu os dizeres We wish you a scary Halloween! que, em tradução livre, significa Desejamos a você um Halloween assustador!
O anúncio reflete de maneira inteligente o espírito de competição que existe entre as duas companhias, além de trazer outra mensagem nas entrelinhas, sugerindo discretamente que a Coca-Cola seria uma opção mais “assustadora” de refrigerante do que a Pepsi. É claro que uma resposta não demorou em aparecer, embora não se saiba se ela realmente foi criada pelo departamento de publicidade da Coca. Confira abaixo:
Fonte da imagem: Reprodução/9Gag
O segundo anúncio traz exatamente a mesma imagem, só que com os dizeresEverybody wants to be a hero! ou Todo mundo quer ser um herói! em tradução livre. E você, leitor, o que achou da ideia da agência belga? E da suposta resposta da Coca-Cola? Não deixe de contar para a gente nos comentários.

Que tal beber 2 L de Coca-Cola de uma vez só, como o garoto deste vídeo?

Que tal beber 2 L de Coca-Cola de uma vez só, como o garoto deste vídeo?
Ninguém sabe por que é que as pessoas fazem esse tipo de coisa, você tem algum palpite?


Nós não sabemos o que é que motiva um ser humano inteligente a beber dois litros de Coca-Cola de uma vez só. Tudo bem, às vezes a pessoa pode estar com muita sede mesmo ou ficando desidratada, sei lá, mas não é por esse motivo que o cara do vídeo abaixo fez a proeza.
O desafio se popularizou e as pessoas continuam publicando vídeos delas mesmas bebendo Coca-Cola como se não houvesse amanhã. O vídeo abaixo mostra mais um garoto tentando fazer o mesmo, com direito a um arroto assustador ao final.
Aliás, querido leitor, ajude a gente a decidir o que é mais bizarro neste vídeo: o desafio em si, o arroto ou a música que o cara escolheu para ser a trilha sonora da coisa toda? Dica: se quiser pular direto para o momento da insanidade, vá para o minuto 1:30.

É possível que os unicórnios tenham existido algum dia?

Conheça as possíveis origens sobre essas mitológicas criaturas de um chifre só
É possível que os unicórnios tenham existido algum dia?

Mas... espere. Será que os unicórnios algum dia existiram ou, ainda, se nunca existiram mesmo, de onde é que as lendas sobre essas criaturas surgiram? As descrições mais comuns retratam esses animais como seres que podiam voar e que eram imortais, além de contarem com o icônico chifre com incríveis poderes de cura.

Os primeiros registros

Pinturas rupestres em LascauxFonte da imagem: Reprodução/Wikipédia
Segundo o site Today I Found Out, a primeira figura de unicórnio de que se tem notícia foi encontrada nas cavernas Lascaux, na França, e teria sido pintada em 15 mil a.C. Contudo, apesar de a criatura desenhada contar com dois chifres — e provavelmente representar um antílope ou touro —, na época em que foi achada os descobridores pensaram que o animal retratado tinha um chifre só.
Com respeito aos registros escritos, o primeiro data do século 4 a.C., e aparece em um texto de autoria de um médico e historiador grego chamado Ctésias. Durante suas viagens pela Pérsia, Ctésias teria ouvido contos sobre um poderoso animal selvagem tão grande quanto um cavalo que teria o corpo todo branco e a cabeça vermelha, além de contar com olhos azuis e um único chifre multicolorido.

Criaturas misteriosas

Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia
Outros relatos famosos são os de Marco Polo — que descreveu os unicórnios como “brutos e feios” — e Genghis Khan, que teria se recusado a invadir a Índia depois de se deparar com uma dessas criaturas. Contudo, segundo os historiadores, os animais que essas pessoas viram provavelmente nada mais eram do que rinocerontes. Conforme explicaram, na hora de descrever as “bestas” nos países de origem, os viajantes se baseavam nos familiares cavalos.
Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia
Os unicórnios também são descritos na bíblia (pelo menos na versão do Rei Jaime da Inglaterra), embora se acredite que a menção seja um caso de erro de tradução. Quando o Velho Testamento foi traduzido do hebraico para o grego, apesar de não existirem referências a unicórnios na Torá — a bíblia judaica —, há alusões a um animal (extinto ou quem sabe o órix-da-arábia) que normalmente era desenhado de perfil, aparecendo com os chifres sobrepostos.
Em grego, essas criaturas foram descritas como “monokeros”, e a palavra foi traduzida para o latim como “unicornos”. Assim, graças a uma interpretação equivocada de um desenho antigo, um animal de carne e osso acabou se transformando em uma criatura mitológica. Por último, ainda existe mais uma possível origem para a lenda sobre a existência dos unicórnios! Ela estaria relacionada a um mamífero marinho chamado narval.

Evolução aquática

Os narvais são “parentes” das baleias e golfinhos, habitantes as águas geladas do Ártico canadense e da Groelândia. Eles contam com um grande dente — e não um chifre — de marfim na cabeça e, para os que acreditam que os unicórnios existiram um dia (como os norte-coreanos), uma possibilidade é a de que os narvais tenham sido criaturas terrestres que, ao se sentirem ameaçadas pelos humanos, evoluíram para sobreviver no mar.
No entanto, geneticamente falando, os narvais são muito mais próximos das belugas e dos botos do que dos cavalos, o que invalida a teoria “evolutiva”. Portanto, respondendo à pergunta do título desta matéria — sobre se os unicórnios existiram algum dia —, todas as evidências disponíveis parecem dizer que não.

Estes 5 casos médicos absurdos vão deixar você de queixo caído

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Antes de qualquer coisa, um alerta: se você é do tipo que não pode ouvir a respeito de uma doença nova e já acha que seu estado é terminal, vá com calma com os casos a seguir: eles são bizarros e dão mesmo muito medo, mas é bem difícil que você venha a passar por algumas dessas situações:


1 – Generosidade patológica

Fonte da imagem: Reprodução/Lazygamer
Depois de sobreviver a um acidente vascular cerebral (AVC), conhecido popularmente como “derrame”, um homem aqui do Brasil passou a se comportar de maneira completamente diferente de antes do ocorrido. De acordo com a esposa do paciente, ele passou a distribuir dinheiro a desconhecidos e a comprar doces para crianças que encontrava na rua.
De acordo com os médicos envolvidos no caso, o AVC deixou o homem com um incrível senso de generosidade e, se não fosse pela esposa, ele já teria problemas financeiros bem sérios. Outras avaliações foram feitas e não foram encontrados sintomas maníacos ou de demência.

2 – Necrose

Fonte da imagem: Reprodução/Liveinternet
Uma adolescente holandesa tentou resgatar um gato, acabou se dando mal e, o quer era para ser um arranhão feito pelo animal, se transformou em uma ferida preta e invasiva. Os médicos responsáveis pelo caso levaram semanas até descobrir que se tratava de um episódio raro. O gato que a garota tentava salvar estava muito doente e morreu no dia seguinte ao ocorrido.
A menina começou a ter dores em todo o braço, sendo que simultaneamente surgiram bolhas vermelhas em toda a região, atingindo até mesmo a axila. Ela chegou a tomar vários tipos diferentes de antibióticos, sem que houvesse efeito.
Somente com a ajuda de uma especialista em infectologia pediátrica é que o diagnóstico foi feito: a garota havia se contaminado com o vírus de varíola bovina. A presença do vírus no organismo humano não costuma se prolongar e o próprio organismo tende a eliminar os agentes virais do corpo, principalmente quando o sistema imunológico está bem.

3 – Síndrome de Charles Bonnet

Uma professora aposentada estava prestes a chamar um padre exorcista quando decidiu consultar um médico, afinal ela sofria de terríveis alucinações que a atormentavam diariamente. De acordo com os relatórios médicos, a mulher enxergava rostos alongados de pessoas com dentes enormes.
Ela não estava usando qualquer tipo de droga nem estava perdendo sua lucidez. Além disso, a paciente dizia saber que eram apenas alucinações, até porque, segundo ela, as imagens apenas apareciam, mas sem falar ou emitir qualquer tipo de som.
O que facilitou o diagnóstico foi o fato de a paciente já ter uma degeneração macular, que nada mais é do que a falta de visão no centro do campo visual. Essa condição facilitou o aparecimento da Síndrome de Charles Bonnet, capaz de fazer com que pessoas que já têm algum tipo de problema visual passem a ter alucinações e enxergarem figuras assustadoras de pessoas ou animais.
De acordo com Dr. Bharat Kumar, médico responsável pelo caso, quando o cérebro espera por uma entrada sensorial e nada acontece, ele passa a criar essa imagem que falta. Na maioria dos casos as alucinações cessam assim que o cérebro se acostuma com a diminuição de estímulos visuais.

4 – Efeito colateral

Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia
Um homem de 21 anos resolveu tatuar o pênis e acabou tendo sérios problemas por isso. A tatuagem era a letra “M”, inicial do sobrenome da namorada, e a frase “boa sorte com as suas jornadas”.
Acontece que a jornada do pênis do tatuado não foi a mais feliz de todas, afinal, como um efeito colateral bizarro da interferência, o cara ficou com o órgão sexual constantemente semiereto.
Ele permaneceu nessa situação constrangedora e dolorida por três meses antes de resolver ir ao hospital. Lá, os médicos drenaram o pênis do rapaz na tentativa de retirar o excesso de sangue, mas a abordagem não surtiu efeito. Meninos devem imaginar que esse tipo de procedimento não é o mais legal do mundo e, depois dessa tentativa, o paciente resolveu desistir de tentar acalmar a situação e passou a viver com a eterna semiereção.

5 – Pornografia que dói

Fonte da imagem: Reprodução/Healthmeup
Imagine você indo ao consultório médico para se queixar a respeito de uma dor de cabeça forte que aparece quando você está assistindo pornografia. Chato, né? Mas isso aconteceu com um indiano muito azarado.
O cara disse que a dor começa logo no início do vídeo e que atinge seu pico depois de oito ou 10 minutos. Se você acha isso bizarro demais, saiba que dores de cabeça sexuais ocorrem em 1% da população mundial, mas principalmente quando elas estão fazendo sexo e quase nunca quando estão apenas assistindo a algum filminho.
O caso do indiano é extremante raro e os médicos acreditam que a dor tem a ver com a tensão muscular na região do pescoço, da nuca e da mandíbula. Há também a hipótese de que terminações nervosas e vasos sanguíneos da cabeça do paciente tenham se tornado mais sensíveis às respostas sexuais. Ainda assim, ninguém sabe o que de fato provoca as dores. Que mistério, hein!

Phineas e Ferb : Historia Real

     

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